O treinamento corporativo pode ir além da simples exigência do mercado.

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Durante a copa, revi uma matéria na TV sobre trágico fato do atentado ao metrô de Moscou, em 2017.

Neste contexto existe um fato que chama nossa atenção. A decisão do maquinista, em não parar o trem logo após a explosão.

Eu não tenho informação exata do motivo dessa atitude. Mas imagino que a palavra correta para esse caso seria o treinamento.

Aqui no Brasil, ainda nos limitamos a treinamentos com temas como “Como vender mais” – “Como não destratar o cliente” etc.

Eu sempre bati na tecla de que podemos avançar muito em treinamentos corporativos. Em um post, o Wagner Destro trata com maestria sobre as possibilidades de ação do designer instrucional. Desde Ataques terroristas a Desastres naturais. http://www.desenhodidatico.com.br/enfrentamento-de-ameacas-papel-do-di/

Entre as ferramentas para enriquecer os treinamentos corporativos estão: Jogos, simulações, vídeos interativos e cenários interativos.

Projetar um jogo ou um cenário com interatividade exige um tempo maior de nossos designers. O que não é compatível com o baixo custo exigido em projetos de educação corporativa, em algumas empresas, na atualidade. Resultando em materiais didáticos com telas que apenas avançam e voltam no conteúdo. Cumprem a função…para treinamentos do século passado.

Para saber mais sobre o atentado. https://exame.abril.com.br/mundo/apos-explosoes-metro-so-parou-na-estacao-seguinte-diz-russia/

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